Autoavaliação

A autoavaliação do PPG Filosofia da UFMT se orienta pelo Relatório de Autoavaliação de Programas de Pós-Graduação, da CAPES (em https://www.gov.br/capes/pt-br/centrais-de-conteudo/10062019-autoavaliacao-de-programas-de-pos-graduacao-pdf) e pelo Roteiro Orientador para Autoavaliação dos Programas de Pós-graduação Stricto Sensu da Universidade Federal de Mato Grosso (https://cms.ufmt.br/files/galleries/18/m93a797fde2e599ec1603515e5fab3cbe48a45141.pdf). Entendemos a autoavaliação como um processo contínuo de trabalho conjunto, que envolve a comissão de autoavaliação (formada por docentes do Programa, representante discente e servidora técnico-administrativa), o colegiado ampliado do curso, toda a comunidade acadêmica do PPG Filosofia (por meio de participação nos Seminários de Autoavaliação), a PROPG, e a autoavaliação de área da CAPES, além do CTC-ES da CAPES. 

No processo em vigência do Mestrado Acadêmico, as etapas de autoavaliação foram definidas da seguinte forma: (1) reunião geral para discutir o programa e os tópicos a serem avaliados; (2) definição da comissão de autoavaliação; (3) primeira reunião da comissão de autoavaliação; (4) elaboração de documentos compartilhados para Planejamento Estratégico e para Autoavaliação em geral; (5) segunda reunião da comissão de autoavaliação; (6) definição do resultado dos documentos e avaliação desses pelo colegiado ampliado; (7) seminário de autoavaliação, com ampla participação discente e com convite para egressos, além de todo o corpo docente e servidora técnico-administrativa (a ser realizada em 2025-1, avaliando o último quadriênio por meio dos dados da Sucupira); (8) deliberação final sobre quais os problemas e quais os mecanismos para solução ou melhora, a partir da determinação de prioridades. O processo atual de autoavaliação é entendido como constante, porém, pode ser dividido em etapas ou momentos.

Até  o momento, o procedimento se deu da seguinte maneira: (1) Iniciamos pela rediscussão da missão e da visão, pelas metas, planejamentos e autoavaliações passadas: autoavaliações de 2019 e 2020, e Planejamento Estratégico de 2022-2024, e ficha de recomendação de área de 2017-2020 – buscando avançar em especial nos itens classificados como “Razoáveis”, a saber, autoavaliação, falta de espaço exclusivo do PPG para estudos, e produção docente, discente e de egressos. (2) Procedemos com a análise dos PDIs 2019-2023 e 2024-2028 da UFMT, de modo a adaptar nossas metas com as da Universidade. (3) Identificamos os problemas e os méritos do Programa e do contexto. (4) Analisamos o alcance ou não de metas estabelecidas nos últimos anos, nos documentos supramencionados. (5) Definimos metas e meios para atingi-las.

As etapas de autoavaliação foram definidas da seguinte forma, considerando o documento de autoavaliação da CAPES: (1) reunião geral para discutir o programa e os tópicos a serem avaliados; (2) definição da comissão de autoavaliação; (3) primeira reunião da comissão de autoavaliação; (4) elaboração de documentos compartilhados para Planejamento Estratégico e para Autoavaliação em geral; (5) segunda reunião da comissão de autoavaliação; (6) definição do resultado dos documentos e avaliação desses pelo colegiado ampliado; (7) seminário de autoavaliação, com ampla participação discente e com convite para egressos, além de todo o corpo docente e servidora técnico-administrativa; (8) deliberação final sobre quais os problemas e quais os mecanismos para solução ou melhora, a partir da determinação de prioridades. O processo atual de autoavaliação permanece em andamento, sendo o planejamento estratégico parte também do processo de autoavaliação. 

Ressaltamos ainda que o PPGFil encontra-se em contexto mais amplo de autoavaliação, em relação com os processos de autoavaliação institucional da UFMT, especialmente via Comissão Própria de Autoavaliação (CPA) e via avaliação dos programas de pós-graduação da PROPG.

Para 2025, pretende-se iniciar o seminário anual de autoavaliação, que envolve análise e exposição de dados relevantes, por meio de levantamento de dados da Sucupira e aplicação de fichas a distintos segmentos da comunidade do PPG Filosofia, além de discussões e análises quantitativas sobre o Programa. O Programa buscará aperfeiçoar o acompanhamento de egressos e manter vínculo com  esses, de modo que sigam participando de atividades de pesquisa e de eventos acadêmicos no Programa. Mediante discussões em reuniões tanto com a comissão de avaliação e com o colegiado ampliado (que envolve todos os professores, além de representante discente), o Programa já reformulou o quadro de disciplinas (buscando torná-lo mais objetivo e enxuto) e discute ainda outros mecanismos para melhorar o Programa. Ainda, o processo de autoavaliação envolve diálogo com a Pró-reitoria de Pós-Graduação da UFMT, por meio de reuniões e workshops, reuniões com a área da CAPES e o Seminário de Meio Termo da área na CAPES. Ressalte-se ainda a existência da Comissão Própria de Avaliação (CPA) da UFMT (vide https://www.ufmt.br/unidade/cpa/pagina/comissao-1621020392/4356), que visa avaliar, por meio de questionários disponibilizados periodicamente, cinco eixos da instituição: (1) planejamento e avaliação institucional; (2) desenvolvimento institucional; (3) políticas acadêmicas; (4) políticas de gestão; (5) infraestrutura física. Os questionários são aplicados a estudantes, docentes, servidores técnico-administrativos e à comunidade externa.